A cirurgia de implantação da fixação com ancoragem zigomática tenta resolver os problemas especiais apresentados pelos pacientes, devido a motivos variados, tais como: tratamento ósseo-craniofacial com enxerto aposicional-cortico-esponjoso que não tenha dado certo ; cirurgias oriundas de ressecções ósseas devido a tratamento-neoplásico e que culminaram em grandes perdas ós- seas; reabsorção óssea devido ao fato do edentulismo total seguido do uso de prótese total mesmo que a mesma durante algum tempo tenham sido útil ,pois,prótese muco-suportada tem o poder de reabsorver por pressão o osso hospedeiro e etc… (GIOVANI/CENTRO)
As primeiras pesquisas(fixação zigomática) datam de 1989 e sempre tiveram como objetivo driblar a falta de osso e os possíveis problemas sistêmicos apresentados pelos pacientes e ainda assim conseguir reabilitar a função perdida (mastigatória) pelos mesmos. Não gostamos de terrorismo, mas é mister que o paciente tenha em mente que pode estar diante de sua última chance de vir a ter uma oclusão. (GIOVANI/CENTRO)
Atualmente a cirurgia é, geralmente, realizada com a técnica moderna e recomendamos a mesma, pois, no nosso entendimento a cirurgia feita através do guia-prototipado mostra uma real diminuição no tempo cirúrgico(trans-opr)e praticamente anula erros de posicionamento das fixações, o que confere à mesma (técnica moderna) maior previsibilidade, e por assim ser, melhor prognóstico, logo , ela deve ser a eleita para a resolução desse complexo quadro clinico ( paciente com severa indisponibilidade óssea na maxila) apresentado por alguns pacientes. (GIOVANI/CENTRO)